Relações governamentais e tecnologia: a importância da TI para o profissional de RIG

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Quer entender mais sobre como a tecnologia é essencial para o trabalho do profissional de (RIG) relações institucionais e governamentais? Leia o nosso.

O profissional de Relações Institucionais e Governamentais (RIG) vem sendo cada vez mais requisitado pelas organizações, uma vez que as informações levantadas a partir do monitoramento legislativo são muito importantes para a tomada de decisões estratégicas.

Esse monitoramento acontecia, até pouco tempo, de forma manual, em que uma equipe extensa tinha que compilar uma quantidade expressiva de informações diariamente. Hoje, no entanto, graças à tecnologia da informação, esse profissional pode acessar uma ferramenta mais confiável e menos suscetível a erros.

Ainda há muitas dúvidas a respeito do tema, por isso vamos tratá-lo com mais detalhes, neste artigo. Afinal, qual é a conexão entre relações governamentais e tecnologia, como esta se aplica ao monitoramento legislativo e de que forma as organizações podem utilizar esses dados? Acompanhe, a seguir!

Qual o impacto do monitoramento legislativo para o profissional de RIG?

O bom andamento dos negócios depende de uma série de fatores, como mercado interno, externo e bases de consumo. Depende também das decisões tomadas pelo Poder Legislativo, cujos projetos e emendas podem interferir diretamente em vários setores da empresa.

Dessa forma, é imprescindível que o empresário tenha dados referentes ao monitoramento legislativo, com acompanhamento dos trâmites nas esferas federais, estaduais, distritais e municipais. Para que os diretores da organização acompanhem discussões com temas de interesse e acessem informações relevantes sobre áreas diretamente envolvidas com determinada decisão.

Esse levantamento de dados é um trabalho extenso. Já que além das duas casas federais, são 26 assembleias estaduais, mais a Câmara Distrital, e as municipais. Sendo que a Câmara Distrital do Distrito Federal tem função dupla, de município e de estado.

Há material protocolado constantemente e as proposições tramitam de uma casa para outra, podendo ser votadas ou arquivadas. Alguns desses textos podem afetar diretamente o negócio. Nem sempre as proposições prosperam, mas muitas vezes é necessário atuar.

Assim, cabe aos profissionais de relações governamentais , responsáveis por esse monitoramento dentro das organizações, lidar com uma quantidade expressiva de dados e, mais do que isso, fazer uma leitura estratégica deles.

Por isso, há a necessidade de acompanhar todos os processos com assiduidade e precisão, sobretudo com os assuntos que são relevantes para o negócio da organização.

Como a tecnologia pode impactar as relações governamentais?

Até pouco tempo, antes do advento da computação, todo esse volume de informação era computado manualmente, o que exigia que houvesse correspondentes em ambas as Casas Federais e nas Câmaras de interesse, além de estagiários montando planilhas de dados e agendas de votação. Ou seja, uma tarefa totalmente analógica e presencial.

O trabalho era feito com as ferramentas disponíveis, mas estava sob uma vulnerabilidade muito grande, com um risco alto de erros humanos. Fora isso, quando havia necessidade de buscar alguma informação específica, sobre um determinado projeto de lei, por exemplo, era necessário acessar pastas físicas, o que fazia com que a pesquisa fosse demorada e com chance de equívocos.

O uso da tecnologia da informação modificou a forma de trabalhar de todos os setores, inclusive nesse cenário, ao disponibilizar ferramentas capazes de montar uma base de dados mais segura, com informação precisa e mecanismos avançados de busca. A tecnologia tem sido uma grande aliada dos profissionais de relações institucionais e governamentais.

Há, inclusive, uma plataforma criada especificamente para atender a essa demanda, a InteliGov. Um software 100% digital, que faz monitoramento dos discursos, permite que as estratégias sejam discutidas em conjunto, possui busca automatizada, incluindo palavras-chave, e relatórios.

A plataforma monta o banco de dados captando as informações das duas Casas e de várias fontes oficiais, como as proposições protocoladas e decisões disponibilizadas no site das Casas Federais e Diário da União, e da transcrição dos discursos feitos pelos parlamentares.

A partir daí, é feita toda uma estrutura de dados na plataforma, permitindo que o monitoramento legislativo seja ágil e eficaz, de forma que a organização não seja surpreendida com a aprovação de projetos que a afete de alguma maneira.

A InteliGov pode ser uma boa ferramenta para empresas de variados ramos, já que pode atender profissionais de RIG de diversos segmentos.

Como o profissional de RIG atua junto aos parlamentares?

Monitorar o Poder Legislativo é uma das funções do profissional de RIG, mas não apenas isso. Também está sob suas tarefas atuar junto aos parlamentares para discutir proposições, podendo até auxiliá-los na elaboração de projetos ou emendas. Isso porque há muitos projetos mal escritos, desconectados do setor para o qual a lei proposta se aplica.

Por exemplo, um parlamentar pode apresentar um projeto sobre mineração a partir da requisição de alguém de sua base. No entanto, em alguns casos, não dispõe de assessores especializados no assunto, ou o segmento em questão sofre alguma mudança significativa em suas funções ou mercado.

Há chances desse texto ser levado adiante mesmo incompleto, de forma que interfira nos negócio desse segmento. Assim, o profissional de RIG terá que se aproximar do deputado ou senador, sugerindo modificações, levando dados sobre o setor, fazendo comparativos com leis anteriores ou decisões internacionais a respeito do tema.

Para apresentar a eles os dados corretos, é necessário tê-los estruturados. São as informações estratégicas compiladas a partir do banco de informações que vão indicar quais projetos estão em votação, que parlamentares falam sobre o tema e a qual espectro político estão aliados.

Além disso, as ferramentas avançadas de busca do próprio software conseguem disponibilizar material de anos anteriores e outras casas.

Qual o impacto do Big Data na estruturação de informação?

O Big Data é essencial para definir quais dados são relevantes para determinada organização. O sistema inteligente não tem limites de uso de palavras-chave para buscar temas. Por exemplo, se a organização é uma mineradora, a pesquisa pode ser feita por palavras como mineração, exploração de minério, entre outras.

Para dar mais clareza ao tema, são 81 senadores eleitos e se cada um deles fizer um discurso por mês, serão 972 discursos por ano. Se, ao precisar interceder junto a um parlamentar por conta de uma decisão, for necessário analisar todos os discursos do ano anterior, a ação se torna lenta e fadada ao fracasso.

Por outro lado, um software permite uma busca otimizada pelo tema, e as chances de sucesso são muito maiores. É isso que faz o Business Intelligence, que tem como principal objetivo apoiar as decisões da organização a partir da estruturação dos dados.

Isso vale também para a análise de riscos, permite que parlamentares que tratam corriqueiramente sobre determinado tema sejam acompanhados diariamente e que a organização entenda para qual rumo as proposições dele vão levar.

Os primeiros sistemas que existiram eram de input manual, em que o usuário precisava assinalar manualmente as informações, por exemplo: “Projeto 1 encaminhado para votação no Senado”, “Comissão de Direitos Humanos tem novo relator”. No entanto, o preenchimento manual tornava o processo demorado e, muitas vezes, entregava informação de baixa qualidade.

Com a plataforma InteliGov, todo o trabalho é digital e não há ninguém acrescentando informação manualmente, isto é, é 100% digital. Assim, há dois pontos positivos: diminuição do risco de erros e do tempo gasto para buscar informação.

O fato de o sistema ser 100% digital não significa que é rígido ou que dificulta a interação com o usuário. Ao contrário, ele tem uma autonomia grande, podendo escolher o que quer ver, determinar ordem de importância, urgência, risco ou oportunidade e, a partir dessas informações, serão gerados dados, gráficos e sugestão de atuação.

Qual a relevância de um sistema que emite informações sobre a votação dos legisladores?

Conseguir acompanhar e levantar informações nas votações dos legisladores e fazer um acompanhamento praticamente em tempo real são vantagens incríveis para qualquer empresa que precisa atuar junto aos parlamentares para aprovar medidas e projetos.

Os dados coletados são riquíssimos e podem ser cruzados com outras informações, de modo que é possível gerar o perfil de cada um dos parlamentares e entender a forma de atuação das bancadas.

Como o parlamentar se comportou diante da votação? Sobre quais assuntos ele se pronuncia? Com que frequência? Ele se exime de algum tema? Estar a frente de alguma comissão? A partir daí, é possível gerar gráficos de fidelidade partidária a fim de tomar decisões, ou seja, o profissional de RIG terá dados e informações concretas para montar sua estratégia de atuação.

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