Saiba como escolher um sistema de monitoramento do processo legislativo

Quer diminuir os trabalhos burocráticos e otimizar seu tempo? Leia o nosso post e veja como a InteliGov melhora a sua produtividade.
Saiba agora como a InteliGov melhora a sua produtividade!
30 de julho de 2019
Quer saber como o Big Data pode melhorar a produtividade do profissional de relações governamentais? Leia o nosso texto e saiba mais sobre o assunto.
Entenda a importância do Big Data no seu trabalho
13 de agosto de 2019
Na dúvida sobre qual sistema de monitoramento do processo legislativo contratar? Leia o nosso post e conheça nossas dicas sobre o que ficar atento.

O profissional de relações governamentais deve sempre estar atento às mudanças na legislação que podem trazer oportunidades ou ameaças aos interesses que representa. Nesse sentido, um sistema de monitoramento do processo legislativo se faz essencial.

Durante muito tempo, tal monitoramento era realizado somente de maneira manual. Porém, além de ser arcaico e demandar muito tempo útil, com ele o profissional corre o risco de deixar passar alguma alteração importante, já que não faz uso de um sistema atualizado constantemente.

Pensando nisso, neste post, vamos ensinar como escolher o melhor sistema de monitoramento do processo legislativo. Boa leitura!

O que é um sistema de monitoramento do processo legislativo?

Uma das principais funções do profissional de relações governamentais é identificar novos projetos de lei, em qualquer esfera, que possam impactar as organizações cujo interesse representa. A partir da identificação dos assuntos e dos impactos, o profissional pode traçar estratégias eficientes para atuação no mercado em que a organização está inserida, tomar decisões mais acertadas, melhorar o compliance da empresa e se adiantar a possíveis problemas.

Como foi dito, durante anos, o monitoramento era realizado manualmente por meio de pesquisas diárias em diferentes fontes, como os sites do Senado, das Câmaras, das Assembleias Legislativas, diários oficiais, entre outros. Dessa maneira, eram gastas muitas horas semanais para realizar a varredura completa de informações.

A partir dessa leitura, o profissional precisava filtrar quais eram suas áreas e seus projetos de interesse e encontrar se algum deles havia sofrido alguma alteração importante que impactasse os interesses de seus clientes. Além do tempo gasto nessa atividade, dados importantes poderiam ficar de fora, caso o profissional cometesse qualquer erro, comprometendo todo o seu trabalho.

Logo, não é difícil entender a importância do sistema de monitoramento do processo legislativo. A automatização dessa função, além de garantir que diversos bancos de dados sejam varridos a todo momento, em busca de alterações nos projetos e áreas de interesse, ainda permite que o profissional de relações governamentais possa utilizar o seu tempo nas atividades analíticas, de comunicação e convencimento, coisas que os robôs não podem fazer.

O sistema permite a integração da equipe de maneira eficaz, o acesso descomplicado de dados a qualquer momento, a criação de uma agenda estratégica cuja atualização é feita constantemente, ou seja, agrega muito mais valor ao trabalho do profissional.

O que levar em consideração na escolha do sistema de monitoramento?

Como vocês puderam perceber, o monitoramento legislativo é de extrema importância na rotina do profissional de relações governamentais. Logo, ao optar por um sistema, é necessário entender bem seu funcionamento para que a escolha seja a mais acertada possível.

Informatização

Há alguns sistemas de monitoramento do processo legislativo que não são completamente informatizados e dependem da presença física de correspondentes nos mais diversos lugares, acompanhando o maior número de processos possíveis.

No entanto, essa abordagem, além de não ser totalmente eficaz, pois nem sempre há correspondentes suficientes para a quantidade de projetos, também não garante ao cliente a atualização de informações em tempo real. É praticamente como realizar o monitoramento manual, porém, em grande escala. Necessário avaliar também os riscos de compliance envolvidos, já que muitas vezes não temos detalhes sobre quem presta o serviço na ponta.

Por outro lado, os sistemas mais modernos já contam com toda a sua atividade automatizada. Ou seja, alguns robôs se integram a várias Câmaras municipais, Assembleias estaduais e órgãos legislativos federais para verificar o andamento dos projetos importantes para o cliente, além de mantê-lo atualizado a cada hora e permitir a integração com a equipe e agenda, a fim de traçar melhores estratégias.

Segurança

A área de relações governamentais lida com estratégias e informações sensíveis e importantes, por isso, a segurança do sistema é essencial. Logo, não deixe de verificar como ficará a integridade das suas informações. Indague quais as providências adotadas para que os seus dados não sejam perdidos. Uma rotina consistente de backups é essencial.

Veja como é a transmissão de informações entre o seu terminal e a aplicação. Basicamente, garanta que ela é encriptada de ponta a ponta com protocolos seguros.

Equipe

Ao escolher o sistema de monitoramento legislativo mais eficaz para você, não deixe de conhecer a equipe responsável pelo seu funcionamento. E quando falamos de equipe, não nos preocupamos apenas com a equipe técnica, responsável pela programação, segurança ou por lidar com possíveis instabilidades.

O grande diferencial entre um sistema e outro é saber se as pessoas responsáveis por desenhar o layout, definir as funções e as ferramentas essenciais na rotina do profissional conhecem de verdade o trabalho.

A equipe precisa saber ajudar o cliente com questões técnicas complexas, como identificar qual o próximo passo na tramitação de uma medida provisória. Também devem compreender quais são as integrações necessárias e úteis, aptas a trazer as notificações corretas no momento certo, permitindo que o profissional tenha informação acionável a todo momento.

Cobertura

Na hora de escolher o sistema de monitoramento do processo legislativo ideal, é importante conhecer a cobertura de informações que ele proporciona. Há dois tipos: a horizontal e a vertical.

No primeiro caso, a horizontal, falamos da cobertura das casas legislativas monitoradas, sejam municipais, estaduais ou federais.

Se você cuida do município do Rio de Janeiro agora, mas pretende expandir futuramente, não deixe de saber se o sistema escolhido estará com você ou se ele será um fator limitador da sua atuação.

Com relação à cobertura vertical, estamos lidando com a profundidade da informação fornecida. O que o sistema de monitoramento oferece? Apenas a tramitação de um projeto ou dados mais relevantes e complexos, como qual relator está segurando (u acelerando) determinada matéria? Como está sendo a votação dos parlamentares? Houve pedido de vista? Quais são os tipos de discussão que estão envolvendo o projeto? Quem são os parlamentares mais engajados? Estes e outros detalhes mais analíticos, apenas um sistema com uma boa profundidade vertical conseguirá proporcionar.

O sistema de monitoramento do processo legislativo será uma peça fundamental na rotina da sua organização, por isso, ele deverá ser escolhido com cautela para que possa, de fato, melhorar a sua atuação perante o setor público e seus clientes.

Se você se interessou ou ficou com alguma dúvida sobre o funcionamento, não deixe de entrar em contato conosco e conhecer ainda mais sobre nossas funcionalidades.

Assine nossa newsletter